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ever23
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Mensaje Publicado: Lun, 19 Ago 2013 10:33 am Responder citandoVolver arriba

El creador de la medida Mais Medicos, es ministro de Salud Alexandre Padilha, como veran cometio falsificacion de titulo, falsificacion de firma, es decir se comprovo su enorme trayectoria de corrupto.
Por donde lo vean ese programa esta siendo erradicado

MAIS UMA FRAUDE DO PARTIDO DAS TREVAS !!!!


Da série: “Este é pra repassar e postar no FACE e nas demais redes sociais”.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha , disse que havia feito especialização na USP. Pediram provas e ele demorou pra apresentar esse diploma abaixo. Só que há vários problemas com o documento. Médicos do movimento contra a importação de médicos sem realizar o Revalida detectaram alguns “detalhes” no diploma apresentado pelo ministro que evidenciam fraude:
1) Em 1998, Residência em Infectologia era realizada em apenas 2 anos.
Só veio a mudar para 3 anos em 2004.
2) Em 1998 começava em janeiro não em fevereiro, isso também mudou em 2004.
3) Os que assinam este diploma são os atuais coordenadores, não o eram em 2001. ( José Otávio, diretor atual em exercício da FMUSP, que não o era na referida data).
Sabidamente, temos que o ministro não tem registro desse diploma nem na CNRM ( Comissão Nacional de Residência Médica ) nem na AMB ( Associação Médica Brasileira) nem no CRM –PA (Conselho Regional de Medicina - PA).
Após declarar em público que era "MÉDICO INFECTOLOGISTA" e este título não constar nos registros das entidades responsáveis, o CRM-PA convocou o ministro para responder processo ético, por afirmar que tem esse título que legalmente não está registrado em canto algum.
E agora, misteriosamente, "surge" um diploma que nunca foi apresentado antes.
O DIPLOMA É SUSPEITO E A USP DEVE EXPLICAÇÕES.
Se for fraude mesmo, o ministro tem de ser demitido imediatamente, pois falsificação de documento é crime.
Juçara de Santis - Revoltada On Line
https://www.facebook.com/revoltadosonline
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Mensaje Publicado: Lun, 19 Ago 2013 10:37 am Responder citandoVolver arriba

Ahora vean la grandiosa trayectora de la presidentAA

1/04 - Dilma Roussef e as organizações terrorista nas quais militou-1ª Parte
Produzido pela editoria do site www.averdadesufocada.com - Autorizada a divulgação desde que mantido o texto na íntegra e o nome do site.
"Dilma questiona autenticidade de ficha sobre sua prisão pelo regime militar
PAULO PEIXOTO da Agência Folha, em Belo Horizonte

Texto completo

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) questionou a autenticidade de um dos documentos referentes à sua prisão pelo regime militar publicado, com outros quatro, em reportagem da Folha no dia 5. Segundo a ministra, a ficha em que ela aparece qualificada como "terrorista/assaltante de bancos" e da qual consta o carimbo "capturado" sobre a sua foto é uma "manipulação recente". Dilma disse que o documento não consta dos arquivos em que ela mandou pesquisar. "A ficha é falsa, é uma montagem. (...) Estou, atualmente, numa discussão, tentando ver com a Folha de S.Paulo de onde eles tiraram aquela ficha, porque até agora ela não está em nenhum dos arquivos que pelo menos nós olhamos. Então, ela não é produto nem daquela época, ela é produto recente, manipulado, de órgãos ou de interesses escusos daqueles que praticaram esses atos no passado", disse a ministra em entrevista à radio Itatiaia, de Belo Horizonte.

Ex-integrante do movimento VAR-Palmares, adepto da luta armada contra a ditadura, Dilma negou participação em ações criminosas realizadas em São Paulo e atribuídas a ela na ficha. "Eu nunca militei em São Paulo nesse período que eles relatam na ficha. Eu morava em Minas. Tem datas aí [na ficha], de 1968, que eu não só morava aí [em BH] como estudava na Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Tinha endereço certo e sabido."

Na sua reportagem, a Folha informava, na legenda sob a reprodução do documento, que a ministra não havia cometido crimes a ela imputados. Dilma disse ainda que, embora tenha ficado presa por seis anos, "infelizmente ou felizmente", nunca foi julgada por participação em ações armadas. "Nunca fui julgada por nenhuma ação armada ou por um assalto a banco, porque as minhas circunstâncias foram essas, não os cometi." (...)

(...)Dilma completou: "Muitas vezes as pessoas eram perseguidas e mortas... E presas por crime de opinião e de organização, não necessariamente por ações armadas. O meu caso não é de ação armada. O meu caso foi de crime de organização e de opinião, que é, vamos dizer assim, a excrescência das excrescências da ditadura".

Nota da Redação - Tão logo a ministra colocou em dúvida a autenticidade de uma das reproduções publicadas, a Folha escalou repórteres para esclarecer o caso e publicará o resultado dessa apuração numa próxima edição.

Comentário do site:

Diante dessa polêmica o site www.averdadesufocada.com resolveu publicar uma série de matérias sobre as organizações subversivo-terroristas em que em que a ministra Dilma Rousseff militou de forma bastante ativa - a POLOP, o COLINA , a VPR e a VAR-Palmares. Quanto a veracidade da ficha em questão, deixamos aos nossos leitores dados para que façam uma avaliação a respeito da responsabilidade da militante Dilma Rousseff ao aderir âs organizações que praticaram assaltos, assassinatos, sequestros, "justiçamentos", atentados a bombas, sabotagens e outros crimes. Como os leitores do site podem observar as pessoas dessas organizações não eram presas por crime de opinião. Algumas, mesmo não participando dos atos propriamente ditos, eram presas por crime de apoio logístico, planejamento e organização das ações armadas.

Leia nesse site o artigo "Operação Limpeza de Arquivo" na sessão Vale a pena ler de novo


Dilma Rousseff e sua turma

A Política Operária - POLOP

A primeira organização que encantou a adolescente Dilma Rousseff foi a POLOP.

A Política Operária - POLOP-, que teve origem no Partido Socialista Brasileiro, foi fundada em 1961, e já agia muito antes da Contra-Revolução de 1964. Em 12 de março de 1963, apoiou e orientou a subversão dos sargentos em Brasília - 600 militares , entre cabos, sargentos e suboficiais da Marinha e Aeronáutica, apoiados pelo dirigente da POLOP Juarez Guimarães de Brito, que se deslocou do Rio de Janeiro para Brasília, se rebelaram e ocuparam a cidade. Dominada a rebelião duas pessoas estavam mortas;o soldado Divino Dias dos Santos e o motorista civil Francisco Moraes. Ainda nessa época, a POPLOP concitou o PCB, através de uma "Carta Aberta", a romper com o reformismo e com o governo de João Goulart.



Logo após, a POLOP passou por uma fase de muita polêmica quanto às linhas de ação a serem seguidas para decidir o melhor método para implantação do comunismo no Brasil. Uma ala defendia a formação de uma Assembléia Nacional Constituinte e outra dava prioridade à luta armada .



Em 1965, com 17 anos, Dilma entrou para Escola Estadual Central, um centro de agitação do movimento estudantil secundarista, e começou sua doutrinação. Dois anos depois militava na Política Operária - POLOP-, influenciada, entre outros movimentos, pelo livro que incendiou o mundo - Revolução da Revolução - de Régis Debray, que difundia a teoria do foquismo" - a guerrilha de pequenos grupos - os focos -, para expropriar e terminar com a burguesia. Dilma, aos 20 anos, inclinou-se para a luta armada e juntou-se ao grupo que optou pela violência.

Em abril de 1968, os militantes da POLOP de Minas Gerais e da Guanabara, e do Movimento Nacional Revolucionário - MNR - de Brizola se reuniram e entabularam negociações para a criação de uma nova organização político militar. Ao mesmo tempo, o pessoal da POLOP/GB realizou uma Conferência, na qual foi aprovado o documento "Conçepção da Luta Revolucionária", onde ficou praticamente aprovada a linha política da futura Organização Político Militar - OPM. O documento definiu a revolução brasileira como sendo de caráter socialista e o caminho a seguir o da luta armada, através do foco guerrilheiro, visto como "a única forma que poderá assumir, agora, a luta armada revolucionária do povo brasileiro".

O processo para a tomada do poder iniciar-se-ia com a criação de um pequeno núcleo rural -: o foco -, que, através do desencadeamento da luta armada no campo, cresceria e se multiplicaria com a conscientização das massas, até a constituição de um Exército Popular de Libertação. As cidades eram vistas como fontes para o apoio logístico e a guerrilha urbana nelas desencadeadas serviria para manter ocupadas as forças legais. Os atos de terrorismo e sabotagem deveriam obedecer a um rígido critério político, estabelecido pelo comando da OPM.

Criação do Comando de Libertação Nacional - COLINA

Em julho de 1968, esses dissidentes da POLOP realizaram um Congresso Nacional num sítio em Contagem, Minas Gerais no qual foi criado o Comando de Libertação Nacional – COLINA -, com o seu Comando Nacional – CN - integrado por Ângelo Pezzuti da Silva e Carlos Alberto Soares de Freitas, em Minas Gerais, e Juarez Guimaraes de Brito e Maria do Carmo Brito, na Guanabara.

Diretamente ligado ao Comando Nacional - CN -, foi criado:

Setor Estratégico, subdividido em:

a- Comando Urbano que era constituido pelo Setor Operário e Estudantil. Esse setor era o responsável pelo trabalho de massa nas fábricas, empresas, sindicatos, faculdades, etc. Esse trabalho era executado pelas células, por meio das atividades de recrutamento e de agitação e propaganda. O setor editava o jornal "O Piquete".

b- Comando militar era composto pelos Setores de Levantamento de Áreas; Inteligência; Expropriação; Terrorismo e Sabotagem; e Logistico.

- Setor de Levantamento de Áreas era encarregado de estudar e selecionar as áreas favoráveis à implantação dos focos guerrilheiros.

- Setor de Inteligência falsificava documentos e planejava as ações armadas, levantamento de locais e hábitos de personalidades.

- Setor de Expropriação era o responsável pela execução das ações armadas, como os assaltos e os sequestros, que visavam a obter recursos financeiros e material bélico para a organização.

- Setor de Terrorismo e Sabotagem era o encarregado da preparação dos engenhos explosivos e da execução dos atos terrorista e sabotagem.

- Setor Logístico preocupava-se em dar apoio à organização, como o estabelecimento de aparelhos e a distribuição de recursos materiais.

A partir de setembro de 1968 o Setor de Levantamento de Áreas deu início a uma série de viagens pelo interior do país, a fim de selecionar as regiões mais favoráveis à instalação de guerrilhas. Após estudar mais de sete estados, o COLINA se decidiu, em junho do ano seguinte, por uma região de mais de 100 mil km2 , englobando diversos municípios do Maranhão e de Goiás - Imperatriz, Porto Franco, Barra do Corda e Tocantinópolis

Dilma Rousseff e Comando de Libertação Naciona l- COLINA

Os dissidentes que optaram pela luta armada reuniram-se em torno da nova organização. Entre esses dissidentes estava Dilma Rousseff., filha de Peter Rousév, um advogado, filiado ao Partido Comunista Búlgaro, que, no Brasil, mudou seu nome para Pedro Rousseff. Em Minas, Pedro Rousseff casou, teve três filhos, e fixou-se em Belo Horizonte, onde ganhou dinheiro com obras na Siderúrgica Mannesmann.

Dilma e os dois irmãos tinham uma vida de família de classe média alta, eram atendidos por três empregadas e moravam em uma casa espaçosa. Dilma estudou no colégio Sion, de freiras, onde as moças só falavam com as professoras em francês.

Continuando sua capacitação política, um dos seus doutrinadores foi Apolo Heringer Lisboa, dirigente do Colina. Ele lhe ministrava aulas de marxismo, quando Dilma ainda era secundarista.

No meio subversivo conheceu o jornalista mineiro Cláudio Galeno de Magalhães Linhares, que também optara pela luta armada. Galeno serviu ao Exército por três anos e, também militou na POLOP. Atuou ativamente na sublevação dos marinheiros. Esteve preso por cinco meses na Ilha das Cobras, durante a Contra-Revolução. Depois disso, obteve Habeas Corpus, foi solto e voltou a Belo Horizonte, onde foi trabalhar no jornal Ultima Hora, tendo como chefe Guido Rocha, um dos principais líderes da POLOP, que Galeno conhecera quando ambos estiveram presos.


Dilma e Galeno um ano depois se casaram. Firmava-se a Dilma guerrilheira, correndo da polícia, fazendo passeata para apoiar os operários em greve em Contagem e enfrentando a polícia. A dupla prometia. Galeno, em entrevista à revista Piaui, declarou que aprendera a fabricar bombas na fármácia de seu pai.

Ela tinha tarefas específicas no COLINA: a confecção do Jornal O Piquete, a preparação das aulas de marxismo absorvidas na doutrinação do dirigente do COLINA, Apolo Hering. Tinha também aulas sobre armamentos, tiro ao alvo e explosivos. Grande parte dessas aulas era ministrada nos arredores de Belo Horizonte pelo ex-sargento da Aeronáutica João Lucas Alves .Além de dar instruções de técnicas de guerrilha à Dilma, Galeno, em entrevista à Revista Piauí, demonstra mais que uma simples relação de militância com João Lucas Alves ,e sim intimidade, quando declara :

"O João Lucas ficava hospedado em nossa casa".

Para quem não sabe, João Lucas Alves foi um dos executores do major do exército alemão Edward Ernest Tito Otto Maximilian von Westernhagen, em 01/07/68, que fazia curso de Estado Maior, na Praia Vermelha, RJ, e que foi morto por engano, ao ser confundido com um militar boliviano, que também fazia o mesmo curso e que era acusado de ter morto Che Guevara. O crime ficou sem autoria declarada até bem poucos anos. Foi preciso Jacob Gorender, também militante da luta armada – PCBR - , em seu livro Combate nas Trevas, publicar um segredo guardado a sete chaves: a organização responsável por este assassinato foi o COLINA , e o nome de dois dos quatro autores do crime .Leia nesse site o artigo " Identificado o terceiro assassino do Major alemão.". na Sessão Vale a pena ler de novo.

Dilma e Galeno viviam perigosamente rodeados de gente que não pretendia, como motivação principal, derrubar o governo militar, mas instalar um regime marxista leninista, como pregavam os estatutos da organização na qual militavam ativamente. Seu apartamento era visitado pela cúpula do COLINA. Derrubar o regime militar era o pretexto para atrair militantes para a causa principal - instalar uma ditadura nos moldes de Cuba -, que para ser melhor aceita era rotulada de regime socialista. Para isso, faziam treinamentos práticos e de capacitação política.

Gilberto Vasconcelos afirma que conheceu Dilma "em um desses cursos de revolução".

Observação: o filho de Gilberto Vasconcelos, Giba para os íntimos, é hoje Subchefe para assuntos jurídicos da Casa Civil.( Revista Piauí )

Embora o COLINA tivesse conseguido recrutar adeptos em Porto Alegre, Goiania e Brasília nunca deixou de ser uma organização política militar tipicamente mineira, com um núcleo na Guanabara – RJ -, onde havia recrutado um grupo de ex-militares que já tinha atacado duas sentinelas: a primeira , em 17 de março de 1968, no Museu do Exército, na Praça da República , a qual foi baleada por Antonio Pereira Mattos e teve o seu FAL roubado; e a segunda em 23 de maio do mesmo ano, na Base Aérea do Galeão, quando foi roubado a sua pistola.45.

Dentre as ações do COLINA , em 1968, podem ser destacadas: em 28 de agosto, assalto ao Banco Comércio e Indústria de Minas Gerais, agência Pedro II , em Belo Horizonte; em 4 de outubro, assalto ao Banco do Brasil, na cidade industrial de Contagem, em MG; em 18 de outubro, dois atentados a bomba em Belo horizonte, nas residências do Delegado Regional do Trabalho e do Interventor dos Sindicatos dos Bancários e dos Metalúrgicos; em 25 de outubro, no Rio de Janeiro, Fausto Machado Freire e Murilo Pinto da Silva assassinaram Wenceslau Ramalho Leite, com quatro tiros de pistola Luger 9mm, quando lhe roubavam o carro; e, em 29 de outubro, assalto ao Banco Ultramarino, agência de Copacabana, no Rio de Janeiro.

A Organização de Dilma tinha algumas armas, algum dinheiro e algumas dezenas de militantes dispostos a tudo No dia 14 de janeiro de 1969, praticaram, simultâneamente, dois assaltos: aos Bancos da Lavoura e Mercantil de Minas Gerais, em Sabará, onde roubaram 70 milhões de cruzeiros. Participaram dessas ações os seguintes militantes do COLINA: Ângelo Pezzuti da Silva, Murilo Pinto da Silva, Afonso Celso Lana Leite, Antonio Pereira Mattos, Erwin Rezende Duarte, João Marques Aguiar, José Raimundo de Oliveira, Júlio Antonio Bittencourt de Almeida, Nilo Sérgio Menezes Macedo, Maria José de Carvalho Nahas, Pedro Paulo Bretas e Reinaldo José de Melo.

Nessa mesma noite, Ângelo Pezzuti da Silva, principal dirigente do COLINA, foi preso. Suas declarações possibilitaram a prisão de diversos membros do COLINA, dentre os quais, José Raimundo de Oliveira, do Setor de Terrorismo e Sabotagem, e Pedro Paulo Bretas e Antonio Pereira Mattos, do Setor de Expropriação.

Esses depoimentos levaram a polícia a desbaratar três "aparelhos" do COLINA, em Belo Horizonte, na madrugada de 29 de janeiro de 1969. A uma hora, onze policiais dirigiram-se ao "aparelho" da Rua Itaí, "entregue" por Ângelo Pezzuti, onde só encontraram documentos da organização. Às duas horas e trinta minutos, foram para o "aparelho" delatado por Pedro Paulo Bretas, na Rua XXXIV, número 31 onde encontraram explosivos armas e munições. Às quatro horas, reforçados por três guardas-civis, de uma rádiopatrulha, os policiais chegaram ao terceiro "aparelho", na rua Itacarambu, 120, também entregue por Pedro Paulo Bretas. No local sete militantes estavam reunidos planejando uma linha de ação para resgatar Ângelo Pezuti da prisão.

No local, ao se prepararem para invadir o "aparelho", os policiais foram recebidos por rajadas de uma metralhadora Thompson, disparadas por Murilo Pinto da Silva, irmão de Ângelo Pezzuti. Esses tiros atingiram mortalmente o Subinspetor da polícia Cecildes Moreira de Faria e o Guarda-Civil José Antunes Ferreira, e feriram gravemente o investigador José Reis de Oliveira. No local foram encontrados armas munições, fardas da PM, documentos do COLINA e dinheiro dos assaltos. Na ação foram presos os seguintes militantes: Murilo Pinto da Silva, Afonso Celso Lana Leite, Maurício Vieira de Paiva (ferido com dois tiros), Nilo Sérgio Menezes Macedo, Júlio Antonio Bittencourt de Almeida, Jorge Raimundo Nahas e sua esposa Maria José de Carvalho Nahas.

O ano de 1969 seria crítico para o COLINA. Uma sequência de prisões debilitaria a organização forçando a sua fusão por um pequeno período com a VPR e, posteriormente, a formação da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares – VAR-Palmares.

Após o assalto ao Banco da Lavoura de Sabará, o cerco começou a apertar. Dilma e Galeno começaram a tomar mais cuidado passando a dormir cada noite em um lugar diferente. Como Ângelo Pezzuti e outros membros do COLINA frequentavam o apartamento de Dilma e Galeno, eles destruiram documentos e tudo que pudesse ligá-los à organização e naquela noite já não dormiram em casa. Passaram algum tempo escondidos. Depois a organização determinou sua ida para o Rio de Janeiro. Primeiro seguiu Galeno, depois Dilma, ambos de ônibus. Entravam para a clandestinidade.

No Rio de janeiro, o casal fazia parte dos "deslocados" - militantes transferidos de outros locais por serem procurados. Entre eles estava Fernando Pimentel, que viria a ser prefeito de Belo Horizonte.

Quem recebeu os "deslocados" do COLINA no Rio de Janeiro foram os dirigentes Juarez Brito e Maria do Carmo, mas, como eram muitos, não havia como alojá-los . Dilma e Galeno moraram em um pequeno hotel e depois em um apartamento, até Galeno ser transferido pela organização para atuar em Porto Alegre, em contato com uma célula dissidente do "Partidão".

Dilma continuou no Rio, ajudando a direção do COLINA. Transportava armas, dinheiro e munição para os militantes. Participava de reuniões, redigia documentos e discutia ações da organização. Em uma dessas reuniões conheceu o advogado Carlos Franklin Paixão Araújo e começaram um namoro que a levou ao fim seu casamento com Galeno.

http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=1857
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Mensaje Publicado: Lun, 19 Ago 2013 10:46 am Responder citandoVolver arriba

8/08/2013 13h00
Mais Médicos: Mandetta questiona autoria de possíveis erros
Carlos Cavalcanti | Blog do Magno

Foto: ReproduçãoO deputado federal e membro da comissão especial que está discutindo a MP dos Médicos na Câmara dos Deputados, Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), disse ontem (15), em audiência pública na Associação Médica de Pernambuco, que três pontos são inegociáveis na votação da medida: o Revalida, prova que avalia conhecimento na profissão e de língua portuguesa; o vínculo trabalhista e a exigência para que os profissionais estrangeiros sejam submetidos ao controle dos conselhos de medicina.

"O governo errou no diagnóstico e quer trazer médico sem avaliar se ele está preparado para atender ao paciente. Você entregaria sua mãe ou seu filho nas mãos de um médico sem saber se ele está capacitado?", questionou Mandetta, ressaltando que o Governo Federal precisa responder por erros médicos que venham a ser cometidos por esses profissionais, que, segundo ele, vão atender a população sem que sejam medidos seus conhecimentos.

De acordo com o deputado, é importante a sociedade estar atenta para a forma como o governo está tratando a vinda de médicos estrangeiros. "Como bolsistas, sem vínculo empregatício e sem serem avaliados pelos conselhos de medicina, no primeiro erro médico esses profissionais pegam a mala e voltam pro país de origem."

Mandetta participou da audiência pública a convite do deputado federal Mendonça Filho (DEM) e de entidades médicas como Cremepe, Sindicato dos Médicos, Associação Médica e Associação dos Médicos Residentes.

Autor de 22 emendas à MP dos Médicos, Mendonça reafirmou a posição contra a decisão do governo de não submeter os médicos estrangeiros ao Revalida e a forma de contratação dos profissionais, que seria através de bolsas, quando no Brasil, a contratação de médicos em cargos públicos é feita através de concurso ou seleção simplificada.

Mendonça disse ainda que é importante que os médicos se mobilizem mandando e-mails, telefonando para os deputados e senadores, explicando aos pacientes e a sociedade em geral que essa luta não é contra mais médicos e sim a favor de soluções efetivas para a saúde publica no país. "De que adianta mandar um médico para uma cidade e ele não ter como pedir um exame, não ter remédio para dar ao paciente, nem ter condições de trabalho?", indagou o democrata.
http://www.sidneyrezende.com/noticia/214798+mais+medicos+mandetta+questiona+autoria+de+possiveis+erros
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Mensaje Publicado: Vie, 23 Ago 2013 3:30 am Responder citandoVolver arriba

http://noticias.terra.com.pe/internacional/latinoamerica/brasil-contrata-a-miles-de-medicos-cubanos,d126b03e260a0410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html
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Mensaje Publicado: Vie, 23 Ago 2013 2:38 pm Responder citandoVolver arriba

Como siempre Tricho, demostrando su falta de cultura y desinformacion
Para que sepas
El misniterio de Trabajo de Brasil, suspendio ese convenio y entro con denuncia publica ante la contratacion de exclavos.
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Mensaje Publicado: Vie, 23 Ago 2013 2:39 pm Responder citandoVolver arriba

23/08/2013 - 03h13
Ministério Público vai questionar importação de médicos cubanos

A importação de 4.000 médicos cubanos para atuar no interior do país pelo programa Mais Médicos, do governo Dilma Rousseff (PT), será questionada pelo Ministério Público do Trabalho.

O procurador José de Lima Ramos Pereira, que comanda no órgão a Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho, disse que a forma de contratação fere a legislação trabalhista e a Constituição.

Quase 40% dos médicos cubanos em atividade estão nas capitais
Acordo com médicos cubanos não é de escravidão, diz governo
Análise: Cuba forma milhares de médicos como produto de exportação

"O MPT vai ter que interferir, abrir inquérito e chamar o governo para negociar."

O acerto também foi questionado por auditores fiscais do Ministério do Trabalho em São Paulo e pelo presidente da comissão da OAB-SP que trata de assistência médica.

A vinda dos cubanos foi anunciada após a primeira etapa de seleção ter atendido apenas 10,5% das vagas.

Os profissionais de Cuba terão condições diferentes das dos demais estrangeiros --a bolsa de R$ 10 mil por mês paga pelo Brasil não será repassada aos médicos, mas ao governo de Cuba, que fará a distribuição a seu critério.

Editoria de arte/Folhapress

O governo diz não saber quanto eles vão ganhar, mas que os pagamentos devem ser como os da ilha comunista ou de missões deles ao exterior.

A gestão Dilma diz que, em parcerias entre Cuba e outros países, costuma haver um repasse de 25% a 40% do total --que, no Brasil, significaria de R$ 2.500 a R$ 4.000.

O ministro Alexandre Padilha (Saúde) disse à TV Globo que eles devem receber mais do que os enfermeiros.

O procurador Ramos Pereira afirmou que a contratação é "totalmente irregular", sob pretexto de resolver uma questão relevante (a falta de médicos), "mas que não está caracterizada com a urgência que exige uma situação de calamidade", como epidemia e terremoto. Ele disse que seria preciso concurso público.

"A relação de emprego tem de ser travada diretamente entre empregador e empregado. O governo será empregador na hora de contratar e dirigir esses médicos, mas, na hora de assalariar, a remuneração é feita por Cuba ou por meio de acordos. Isso fere a legislação trabalhista."

Sobre a questão salarial, ele disse ser necessário respeito ao salário mínimo.

O auditor fiscal do trabalho Renato Bignami, coordenador do programa de erradicação do trabalho escravo em São Paulo, disse temer a "precariedade". "Essa situação criará uma assimetria no mercado de trabalho se os médicos cubanos receberem salários inferiores aos pagos aqui."

Para Bignami, é prematuro, porém, comparar com escravidão, como criticaram integrantes da classe médica. "Não são só os salários aviltantes que são considerados para essa situação. Há fatores como jornadas exaustivas e condições degradantes."

José Cláudio Ribeiro Oliveira, que preside a comissão sobre assistência médica da OAB-SP, disse que foi criada a figura do "intercambista", mas que isso serviria para estudo ou troca de informações. "Se a moda pegar, vamos ter intercambista na lavoura."

Os cubanos atuarão em 701 cidades (que não tiveram interessados na primeira fase), com população de 11 milhões --45% em áreas rurais, a maioria no Norte e Nordeste.

O acordo teve aval da Opas (braço da OMS para as Américas). O governo disse não ter sido notificado pelo MPT, mas que a remuneração é referente a uma bolsa.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/08/1330733-ministerio-publico-vai-questionar-importacao-de-medicos-cubanos.shtml
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Mensaje Publicado: Vie, 23 Ago 2013 2:39 pm Responder citandoVolver arriba

CFM denuncia Governo Federal por restrição de liberdade de médicos cubanos Imprimir E-mail
Sex, 23 de Agosto de 2013 14:05
Médicos cubanos que participam de missões estrangeiras vivem sem direito a liberdades individuais, em regime análogo ao de semi-escravidão. É o que mostra o Regulamento Disciplinar aplicado à missão de 2006 aos cubanos que foram para a Bolívia trabalhar de forma similar à anunciada pelo ministro da saúde, Alexandre Padilha, na última quarta-feira (21). “Tais regras ferem a legislação brasileira e não podemos concordar com tratamento desumano em nosso país”, afirma o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto d’Avila.
O CFM denuncia, desde maio deste ano, a existência de acordo do governo da presidente Dilma Roussef com Cuba, tendo inclusive feito representação na Procuradoria Geral da República. O Conselho argumenta não ser cabível que o Estado Brasileiro, signatário de diversos tratados internacionais para a tutela dos Direitos Humanos, incluindo a erradicação do trabalho escravo, “admita a possibilidade de contratação de pessoas estrangeiras em situações precárias, inclusive com retenção de parte dos recursos percebidos para remessa a Cuba.”
O regulamento distribuído na missão de Cuba na Bolívia proíbe, por exemplo, que cubanos se casem com nativas. Em caso de deserção, os médicos da missão ficariam impedidos de manter contato com desertores. Procurado pelo CFM, o vice-presidente da Confemel para a região Andina (órgão similar ao CFM na Bolívia), Aníbal Atonio Cruz Senzano, informou que os cubanos aproveitaram a missão para fazer do país rota de fuga para os Estados Unidos.
Gasto público - Pela parceria firmada, o Ministério da Saúde repassará R$ 511 milhões para o governo cubano. Em entrevista, Alexandre Padilha afirmou que o valor pago aos quatro mil médicos será definido por Cuba e que habitualmente fica entre 25% e 40% do valor. O que significa que, dos R$511 milhões entregues pelo Brasil com verba da Saúde oriunda de impostos pagos pelos brasileiros, o governo de Cuba reterá de R$306 a R$383 milhões.

Diante da situação exposta, o Ministério Público do Trabalho (MPT) informou que irá interferir e abrir inquérito. O procurador José de Lima Ramos Pereira, chefe da Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho do MPT, disse à imprensa que a forma de contratação é "totalmente irregular" e que "não está caracterizada com a urgência que exige uma situação de calamidade", como epidemia e terremoto, havendo a obrigatoriedade de concurso público.
Ilegalidades - "A relação de emprego tem de ser travada diretamente entre empregador e empregado. O governo será empregador na hora de contratar e dirigir esses médicos, mas, na hora de assalariar, a remuneração é feita por Cuba ou por meio de acordos. Isso fere a legislação trabalhista”, concluiu o procurador Ramos Pereira.
O Ministério da Saúde pagará aos demais estrangeiros e aos brasileiros uma bolsa de R$10 mil, enquanto os cubanos receberão entre R$2,5 mil e R$4 mil, segundo informado pelo ministro Alexandre Padilha. Os presidentes da Confemel na Venezuela e na Bolívia, Douglas Natera e Aníbal Senzano, informaram ao presidente do CFM que cada médico cubano em missão recebe nesses países o equivalente a R$1,5 mil.
A lei brasileira determina ainda que médicos formados no exterior que quiserem trabalhar no Brasil devem revalidar seus diplomas. Diante das ações do governo federal, os médicos que trabalharem no programa Mais Médicos ou os quatro mil cubanos vindos em missão não precisam de revalidação. “Quando é do interesse do governo, o governo faz coisas que contrariam a lei”, afirma Emmanuel Fortes, vice-presidente do CFM.
http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=24102:cfm-denuncia-governo-federal-por-restricao-de-liberdade-de-medicos-cubanos&catid=3
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Mensaje Publicado: Vie, 23 Ago 2013 2:40 pm Responder citandoVolver arriba

"Entre Aspas" discute a contratação de médicos cubanos pelo Brasil

Conselheiro rebate importação de médicos cubanos na GloboNews e Band Entrevista Imprimir E-mail
Qui, 22 de Agosto de 2013 18:07
“Nossa grande preocupação é que o Governo trate de forma diferenciada médicos que vão assistir à população brasileira”. Este posicionamento foi apresentado pelo 3º vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Emmanuel Fortes, em debate no programa Entre Aspas, da GloboNews. O tema desta semana teve como foco a vinda dos médicos cubanos, sua formação e o regime de trabalho destes profissionais, que deverão receber muito menos que os demais participantes do programa “Mais Médicos”.

Apresentado pela jornalista Mônica Waldvogel, o programa contou com a participação do senador e ex-ministro da saúde, Humberto Costa (PT/PE). Durante os debates, Emmanuel Fortes defendeu a legislação brasileira, em especial as que exigem a aprovação no Revalida e a certificação em proficiência na língua portuguesa para o exercício legal da Medicina no Brasil.

Durante o debate, Emmanuel Fortes apresentou o relatório de uma visita a Cuba, realizada pelo CFM em 2004, e chamou a atenção para a formação diferenciada dos médicos cubanos, numa formação em “dois níveis”. “O primeiro nível [de seis anos] é para a Atenção Básica, com formação bastante elementar. Para poder se habilitar ao exercício completo da medicina ele faz mais três anos e passa a ser chamado de médico generalista”.

O representante do CFM também apresentou na TV o Regramento Disciplinar imposto pelo governo de Cuba aos médicos que foram trabalhar Bolívia. O documento traz regras de comportamento bastante rígidas no país, com restrições sobre horários e relacionamentos, o que, no entendimento das entidades médicas, agride direitos humanos e trabalhistas. “Essa história de circunscrever o médico estrangeiro a um determinado ambiente – e por isso não faz o Revalida – é uma falácia. Isso nos faz pensar que a Lei Áurea está sendo revogada”, completou Fortes.

Confira aqui o debate na íntegra (25 minutos).

Durante esta semana, o 3º vice-presidente do CFM também deu uma entrevista para o programa Band Entrevista sobre o programa “Mais Médicos” e os vetos da presidente Dilma Rousseff à Lei do Ato Médico. Ele defendeu a criação de uma Carreira Exclusiva de Médico do Sistema Único de Saúde como única forma de fixar o médico nos vazios assistenciais. Disse, ainda, que é mentira a informação de que as prefeituras do interior pagam mensalmente R$ 30 mil aos médicos. “Os prefeitos dizem que vão pagar, mas quando o médico chega na localidade, não recebe. Nós estamos sendo desrespeitados e muitos dos nossos colegas estão trabalhando em condições análogas à escravidão, já que não recebem 13º, férias e outros direitos trabalhistas”, denunciou.

Emmanuel Fortes também denunciou que, paulatinamente, o governo tem destruído a estrutura hospitalar. “Foram fechados 202 mil leitos. O governo paga uma R$ 2,50 por consulta, chegando a R$ 7,00 para especialistas. No caso da psiquiatria, uma diária vai de R$ 27,00 a R$ 33,00 para cobrir todos os custos. O governo é que gerou a desumanidade na saúde”, afirmou.

O 3º vice-presidente do CFM também explicou a Lei do Ato Médico e argumentou que os médicos nunca tiveram a pretensão de proibir nenhuma das atividades das outras profissões da saúde. “É mais um engodo do governo”, afirmou. Ele defendeu, ainda, mais recursos para a saúde, como forma de resolver os problemas estruturais para o setor.
http://globotv.globo.com/globo-news/entre-aspas/t/todos-os-videos/v/entre-aspas-discute-a-contratacao-de-medicos-cubanos-pelo-brasil/2776488/
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Mensaje Publicado: Vie, 23 Ago 2013 3:21 pm Responder citandoVolver arriba

"Quatro mil médicos estavam em estoque, esperando o embarque?", questiona Alexandre Garcia

Apesar da medida ter sido anunciada recentemente, os médicos cubanos que serão importados para o Brasil já estavam se preparando há muito tempo. Nesta segunda-feira (26), 460 deles desembarcarão no país com malas prontas e passaportes emitidos. A novidade, entretanto, é a divulgação do sistema de remuneração, que irá repassar ao governo cubano 70% do salário pago pelo Brasil.

"Há muito tempo já estava decidida a importação. O dinheiro vai todo para a ditadura cubana. Aliás, todo não. São R$10 mil reais por médico. R$700 ficam com o médico. R$2,3 mil vão para a família do médico em Cuba e R$7 mil serão enviados para a ditadura cubana. Em três anos, o Brasil vai pagar R$1,5 bilhão para Cuba", criticou o jornalista Alexandre Garcia durante comentário para a Rádio Metrópole.

"Quatro mil médicos estavam em estoque, como mercadoria de exportação, esperando o embarque?", questionou Garcia. Ouça o comentário completo no áudio abaixo:
http://www.metro1.com.br/index.php?varSession=noticia&varEditoriaId=10&varId=35996
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Mensaje Publicado: Vie, 08 Nov 2013 11:14 am Responder citandoVolver arriba

http://www.eleconomistaamerica.com.br/sociedad-eAm-brasil/noticias/5284261/11/13/Cubanos-chegam-ao-Pais-para-preencher-vagas-ociosas-do-Mais-Medicos.html
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Mensaje Publicado: Vie, 08 Nov 2013 11:15 am Responder citandoVolver arriba

http://peru21.pe/actualidad/peruanos-podran-trabajar-brasil-solo-dni-2156829
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Mensaje Publicado: Vie, 08 Nov 2013 5:08 pm Responder citandoVolver arriba

Tricho, veo que ya fue comentado este tema ampliamente y sigue insistiendo, te pregunto algo simple, viajaste a Brasil para ver la realidad de Mais Medicos?
Ya te inscribiste ahi, que opinion desde dentro de ese programa tienes, por que te dire yo vivo aqui hace 2 anos, y la poblacion esta en contra de ese programa, mas aun por que hay medicos que recetan para neumonia Penicina procaina por 10 dias + metronidazol.
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Mensaje Publicado: Vie, 08 Nov 2013 5:13 pm Responder citandoVolver arriba

Los 140 medicos de Mais Medicos que se instalaron desde Octubre, ya no recibiran sus gastos de moradia y su primer sueldo, es decir ocurrio lo que todos los medicos brasileros denunciaron, calote!!! es decir estafados
Por que no recibiran su primer sueldo y sus gastos de instalacion.
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Mensaje Publicado: Vie, 08 Nov 2013 5:14 pm Responder citandoVolver arriba

Em parecer preliminar, MPT-DF vê irregularidade no Mais Médicos
Procurador afirma que remuneração por bolsas vai contra a lei e que importação de cubanos fere regras de isonomia
http://oglobo.globo.com/pais/em-parecer-preliminar-mpt-df-ve-irregularidade-no-mais-medicos-10696102
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Mensaje Publicado: Vie, 08 Nov 2013 5:17 pm Responder citandoVolver arriba

Si existe algun medico extranjero que esta en Mais Medicos, por favor dejen sus impresiones, nombre y lugar donde esta para asi poder ir las personas que puedan hacerlo (Argentinos, Espanoles, Portugueses o Cubanos) para que se informen de la realidad por ellos mismos.
No hay nada mejor que ver por tus propios ojos la realidad desde dentro.
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